LAVOURAS PERMANENTES E TEMPORÁRIAS NO BRASIL E EM GOIÁS: QUADROS DO CENSO AGROPECUÁRIO 2017

Autores

  • Edson Batista da Silva Universidade Estadual de Goiás (UEG)

DOI:

https://doi.org/10.35701/rcgs.v28.1091

Palavras-chave:

Lavouras permanentes, Lavouras Temporárias, Silvicultura, Estabelecimentos agropecuários

Resumo

Este texto analisou, no Brasil e em Goiás, variáveis das lavouras permanentes, das temporárias e da silvicultura, segundo distintos grupos de área. Para isso, fez-se uso de pesquisa documental, bibliográfica e da internet. Os resultados comprovam domínio dos pequenos estabelecimentos na produção das lavouras permanentes. Goiás tem menor uso e apropriação do espaço pelos cultivos permanentes, o que implica dependência acentuada da importação de produtos para o abastecimento do mercado. Por outro lado, existe hegemonia dos grandes estabelecimentos na silvicultura comercial, apesar da razoável participação dos pequenos estratos em outras atividades florestais. Nas lavouras temporárias, dominam os grandes e médios estabelecimentos, sobretudo na produção de commodities, mas em inúmeras culturas temporárias é sobressalente o controle dos pequenos grupos de área. Os grupos sem área, mesmo sem direito à terra, contribuem para a redução da fome, para a segurança alimentar. Em Goiás predominam as lavouras temporárias na utilização e na apropriação do espaço. Há um uso corporativo do território, o que resulta num cerco multifacetado dos sujeitos sociais responsáveis pelos pequenos estratos e grupos sem área.

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Biografia do Autor

Edson Batista da Silva, Universidade Estadual de Goiás (UEG)

Professor do curso de Geografia e Mestrado Acadêmico de Geografia da Universidade Estadual de Goiás (UEG).

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Publicado

2026-03-12

Como Citar

SILVA, E. B. da. LAVOURAS PERMANENTES E TEMPORÁRIAS NO BRASIL E EM GOIÁS: QUADROS DO CENSO AGROPECUÁRIO 2017. Revista da Casa da Geografia de Sobral (RCGS), [S. l.], v. 28, n. 1, p. 46–87, 2026. DOI: 10.35701/rcgs.v28.1091. Disponível em: //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/1091. Acesso em: 18 mar. 2026.

Edição

Seção

Artigos