//rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/issue/feedRevista da Casa da Geografia de Sobral (RCGS)2025-12-27T13:58:13-03:00Isorlanda Caracristiisorlanda_caracristi@uvanet.brOpen Journal SystemsA Revista da Casa da Geografia de Sobral (RCGS) é publicada pelo Curso de Geografia da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA/Sobral-CE), órgão de ensino, pesquisa e extensão na área de Geografia e Geociências.//rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/121530 ANOS DO CURSO DE GEOGRAFIA - UVA2025-12-26T21:08:57-03:00Antônia Vanessa Silva Freire Moraes Ximenesvanessafxgeo@gmail.com<p>Vídeo em homenagem aos 30 anos do curso de Geografia da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA)</p>2025-12-27T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Antônia Vanessa Silva Freire Moraes Ximenes//rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/121430 ANOS DE GEOGRAFIA NA UVA: HOMENAGEM AOS PROFESSORES LUIZ CRUZ E ZENILDE BAIMA AMORA2025-12-26T21:00:50-03:00Glauciana Alves Telesglauciana_teles@uvanet.br<p>Homenagem aos Professores Luiz Cruz e Zenilde Baima Amora</p>2025-12-27T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Glauciana Alves Teles//rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/1207A INTERVENÇÃO DO ESTADO E AS RELAÇÕES DE PODER NA CONSTRUÇÃO DOS PERÍMETROS IRRIGADOS NO NORDESTE2025-12-23T07:31:11-03:00Aldiva Sales Dinizaldiva_sales@uvanet.br<p>A intervenção do Estado sempre se fez presente no Nordeste brasileiro. Sua atuação se deu de forma autoritária e paliativa contribuindo para acirrar os desníveis regionais. Essa atuação pode ser dividida em dois momentos, antes e depois da SUDENE (Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste). Este órgão marcou o início de uma política de desenvolvimento regional. Com o seu fracasso vieram outras intervenções através da criação de projetos e programas como a Política de Irrigação para o Nordeste. Entre seus objetivos estava a implementação de Perímetros Irrigados nos vales úmidos do Nordeste, sob a responsabilidade do DNOCS (Departamento de Obras contra as Secas). Estes tiveram como base jurídica o Estatuto da terra aprovado na vigência da ditadura militar. Visava, entre outras coisas, implementar um processo de modernização no campo, através da desapropriação e instalação de uma infraestrutura moderna, desapropriando vários pequenos produtores. A instalação dos Perímetros Irrigados, impôs uma nova organização sócio espacial na área. Houve o aparecimento do "colono" ou "irrigante" um novo agente na organização social do Sertão e a territorialização daquele espaço (Perímetro) pelo Estado através das relações de poder projetados no mesmo.</p>2025-12-27T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Aldiva Sales Diniz//rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/1208ENTRE O CORPO, O ESPAÇO E A REPRESENTAÇÃO: A MAQUETE COMO DISPOSITIVO EPISTEMOLÓGICO E METODOLÓGICO NA FORMAÇÃO DOCENTE EM GEOGRAFIA2025-12-23T07:51:03-03:00Ana Paula Pinho Pachêco Gramataana_pacheco@uvanet.br<p class="Resumos">Este artigo examina, sob abordagem qualitativa e perspectiva multidimensional, o uso de maquetes físicas e humanas como dispositivos didático-metodológicos voltados ao desenvolvimento das noções espaciais na formação inicial de professores de Geografia. A pesquisa foi desenvolvida com turmas da Licenciatura em Geografia da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), tanto no curso regular quanto no PARFOR, no âmbito da disciplina de Representação Espacial e Cartografia. O estudo articula referenciais da Cartografia Escolar, da psicogênese do espaço e da cognição espacial, mobilizando autores nacionais (Castellar, Simielli, Almeida e Passini, Kozel e Filizola) e internacionais (Golledge, MacEachren, Ishikawa). A análise considerou registros de aula, mapas mentais, plantas derivadas de maquetes, maquetes físicas e humanas produzidas pelos estudantes ao longo do processo formativo. Os resultados evidenciam que a modelagem tridimensional, material e corporal, atua como dispositivo estruturante da aprendizagem, favorecendo a coordenação de relações topológicas, projetivas e euclidianas e incentivando uma leitura integrada da paisagem. Argumenta-se que a maquete humana, aqui formalizada como método, constitui prática sistemática que converte a corporeidade em operador epistemológico das noções espaciais, ampliando a alfabetização cartográfica e fortalecendo o raciocínio geográfico. A maquete, em seus distintos formatos, configura-se como metodologia potente para a formação docente em Geografia.</p>2025-12-27T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Ana Paula Pinho Pachêco Gramata//rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/1206A SERRA DA MERUOCA2025-12-23T07:18:30-03:00Ernane Cortez Limaernane_cortez@uvanet.br<p>Este texto é uma pequena explanação a respeito de estudos geomorfológicos elaborados na Serra da Meruoca através de pesquisas em gabinete e campo sobre a morfodinâmica atual caracterizando os diversos aspectos que interagem na estrutura e morfogênese considerando a ação antrópica relacionando-a com o ecossistema.</p>2025-12-27T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Ernane Cortez Lima//rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/1211PROCESSO DE DESERTIFICAÇÃO NO NORDESTE BRASILEIRO2025-12-23T08:15:05-03:00Isorlanda Caracristiisorlanda_caracristi@uvanet.br<p>Este artigo trata sobre “Desertificação” e “Semiárido” na perspectiva teórica dos novos paradigmas sistêmicos. Acreditamos que os estudos de áreas degradadas ou em processo de desertificação, a partir dos novos pressupostos do pensamento sistêmico trarão à tona métodos inusitados e mais eficazes na compreensão da atividade organizativa, do padrão das relações essenciais à manutenção ou recuperação do nosso semi-árido.</p>2025-12-27T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Isorlanda Caracristi//rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/1209GEOMORFOLOGIA DO MUNICÍPIO DE SOBRAL, CEARÁ, BRASIL2025-12-23T08:00:33-03:00José Falcão Sobrinhofalcao.sobral@gmail.comBruna Lima Carvalhobrunanelore@gmail.comNayane Barros Sousa Fernandesnayanebsousa@gmail.comCleire Lima da Costa Falcãocleirefalcao@uece.br<p>O presente artigo apresenta uma análise geomorfológica do município de Sobral, situado no semiárido cearense, região marcada por significativa diversidade paisagística. A pesquisa teve como objetivo realizar o mapeamento geomorfológico da área de estudo, adotando a taxonomia de Ross (1992) como base metodológica. Foram combinadas análises de gabinete com trabalhos de campo, permitindo detalhar desde as amplas superfícies sertanejas até os domínios montanhosos, inselbergs e planícies fluviais, revelando um mosaico de formas resultantes de processos de dissecação e acumulação. O estudo também incorporou o sexto táxon, que evidenciou a presença marcante das intervenções antrópicas no relevo, especialmente associadas à urbanização e às atividades agropecuárias. Os resultados demonstram que o semiárido não se configura como um espaço homogêneo, mas como um ambiente multifacetado, dotado de potencialidades naturais e sociais que precisam ser melhor compreendidas para fins de preservação, planejamento e gestão dos recursos naturais. O mapeamento realizado contribui não apenas para o avanço da ciência geomorfológica em escala municipal, mas também como subsídio a políticas públicas, ações educativas e futuras pesquisas sobre o semiárido nordestino.</p>2025-12-27T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 José Falcão Sobrinho, Bruna Lima Carvalho, Nayane Barros Sousa Fernandes, Cleire Lima da Costa Falcão//rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/1210PENSANDO A LEITURA DO ESPAÇO GEOGRÁFICO POR MEIO DA FORMAÇÃO SOCIOESPACIAL: APORTES INTRODUTÓRIOS2025-12-23T08:10:47-03:00Virginia Célia Cavalcante de Holandavirginia_holanda@uvanet.br<p>O presente apresenta uma reflexão do conceito de formação socioespacial, buscando entender a importância do mesmo para compreensão do espaço geográfico. Partimos do pressuposto de que território usado corresponde ao espaço banal definido como um sistema de objetos indissociáveis de sistema de ações. Portanto, é a Geografia uma ciência da ação, pois compreende e explica o presente. Cada ação embute o político e cada objeto é visualmente uma ação, ambos carregados de intencionalidades, gerando eventos. O espaço é objeto de estudo da Geografia, não podendo ser visto de forma linear ou estanque em si mesmo, ou como palco das ações humanas, com limites preestabelecidos; o espaço geográfico é instância social, resultado e condição da sociedade, dinâmico e complexo, repletos de materialidades e ações humanas. Quando falamos desse espaço como indissociável de sistema de objetos e sistema de ações, estamos nos referindo a cada lugar e ao mundo ao mesmo tempo, pois em cada lugar coexistem frações desses sistemas, cuja totalidade é o mundo.</p>2025-12-27T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Virginia Célia Cavalcante de Holanda//rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/1217FOTOS DE SIMONE FERREIRA DINIZ (2024-2025)2025-12-26T22:37:26-03:00Simone Ferreira Dinizdinfersim@hotmail.com<p>Fotos das atividades da Profa. Simone Ferreira Diniz nos anos de 2024-2025</p>2025-12-27T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Simone Ferreira Diniz//rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/1213LAGOA DO MUCAMBINHO2025-12-26T17:58:00-03:00Ernane Cortez Limaernane_cortez@uvanet.br<p>Trabalho de Pesquisa e Extensão realizado na lagoa do Mucambinho no bairro Terrenos Novos e Sobral-CE, pelo professor Dr. Ernane Cortez Lima iniciado em 1997 e com a publicação feita pela Revista De Ciência e Tecnologia Ano 3. Nº 2 Fortaleza, Agosto de 2001.Vale ressaltar que esta pesquisa teve apoio da Funcap como também do prof. Dr. José Vitorino.</p>2025-12-27T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Ernane Cortez Lima//rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/1218MEUS PASSOS, NOSSAS CONQUISTAS: EXPERIÊNCIAS E CONVÊNIOS QUE ABRIRAM PORTAS PARA A GEOGRAFIA DA UVA2025-12-27T13:40:00-03:00Virgínia Célia Cavalcante De Holandavirginia_holanda@uvanet.br<p><span class="fontstyle0">MEUS PASSOS, NOSSAS CONQUISTAS: EXPERIÊNCIAS E CONVÊNIOS QUE ABRIRAM PORTAS PARA A GEOGRAFIA DA UVA</span> </p>2025-12-27T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Virgínia Célia Cavalcante De Holanda//rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/1193ENSINO-PESQUISA E EXTENSÃO NA UNIVERSIDADE: BASE DO CONHECIMENTO NOS 30 ANOS DO CURSO DE GEOGRAFIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL VALE DO ACARAÚ-UVA2025-11-18T11:37:46-03:00Maria do Carmo Alvescarmemalvesnn@gmail.com<p>Fotos referentes a atividades do curso de Geografia - UVA</p>2025-12-27T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Maria do Carmo Alves//rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/1216 FOTOS DE AULAS DE CAMPO DOS ANOS 19902025-12-26T22:08:10-03:00Ernane Cortez Limaernane_cortez@uvanet.br<p><strong> FOTOS DE AULAS DE CAMPO DOS ANOS 1990</strong></p> <p>As fotos de campo mostram a disposição e competência dos professores do Curso de Geografia logo no início de sua criação vê-se, através das mesmas que os recursos para excursões eram bem precários porém não desanimava esses profissionais comprometidos com o curso e seus alunos.</p>2025-12-27T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Ernane Cortez Lima//rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/1219FOTOGRAFIA E MEMÓRIA COLETIVA DO CURSO DE GEOGRAFIA DA UVA: 30 ANOS DE EXISTÊNCIA2025-12-27T13:58:13-03:00Bruna Dayane Xavier de Araújobruna_dayane@uvanet.brGlauciana Alves Telesglauciana_teles@uvanet.br<p>FOTOGRAFIA E MEMÓRIA COLETIVA DO CURSO DE GEOGRAFIA DA UVA: 30 ANOS DE EXISTÊNCIA</p>2025-12-27T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Bruna Dayane Xavier de Araújo, Glauciana Alves Teles