//rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/issue/feedRevista da Casa da Geografia de Sobral (RCGS)2026-09-09T00:00:00-03:00Isorlanda Caracristiisorlanda_caracristi@uvanet.brOpen Journal SystemsA Revista da Casa da Geografia de Sobral (RCGS) é publicada pelo Curso de Geografia da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA/Sobral-CE), órgão de ensino, pesquisa e extensão na área de Geografia e Geociências.//rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/1229TURISMO DE PROXIMIDADE EM CONTEXTOS METROPOLITANOS: UMA ANÁLISE DO PERFIL DOS USUÁRIOS DA PRAIA DO ICARAÍ EM CAUCAIA/CE2026-08-12T21:15:43-03:00José Lucas Marques Albuquerquelucasmarques.lm922@gmail.comVitoria Ferreira de Souzavitoriahsouza64@gmail.comJosé Helio Alves Gondimhellio.gondim@aluno.uece.brFábio Perdigão Vasconcelosfabioperdigao@gmail.com<p>A praia do Icaraí, na região metropolitana de Fortaleza (RMF), foi ocupada por elites e veranistas a partir da década de 1960 e passou, nos últimos 30 anos, por uma degradação associada à ocupação e à erosão costeira. Essa pesquisa investiga o perfil contemporâneo dos usuários dessa praia e examina em que medida a categoria de turismo de proximidade descreve as práticas ali observadas. A metodologia consistiu na aplicação de 100 questionários in loco, além da sistematização dos dados em tabela e produção cartográfica. Os resultados indicam que 70% dos entrevistados residem em Caucaia e 33% no próprio bairro do Icaraí, com deslocamento entre 15 e 30 minutos, onde um único usuário estava hospedado em meio comercial, além da recorrência dos usuários trazerem alimentação de casa. Portanto, esse contingente pratica o lazer litorâneo, em que a categoria de turismo de proximidade se aplica apenas à fração que se desloca de fora do município.</p>2026-09-09T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 José Lucas Marques Albuquerque, Vitoria Ferreira de Souza, José Helio Alves Gondim, Fábio Perdigão Vasconcelos//rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/1240IMPACTOS NO PROCESSO CRIATIVO DE ARTE POPULAR NA ILHA DO FERRO, PÃO DE AÇÚCAR – ALAGOAS2026-08-05T19:15:49-03:00Dirceu Ribeiro Diasdirceu.dias@igdema.ufal.brPaulo Rogério de Freitas Silvapaulo.silva@igdema.ufal.br<p class="Resumos">Este trabalho, que versa sobre a produção de arte popular na vila Ilha do Ferro, no município de Pão de Açúcar, Alagoas, tem como objetivo central analisar os impactos no processo criativo da arte popular ali produzida, a partir dos conceitos de processo produtivo, processo criativo e cadeia criativa da arte em madeira, buscando evidenciar as transformações no fazer artístico local. Esses conceitos foram utilizados por Costa (2019) e Lins (2023) em trabalhos que dissertam, direta ou indiretamente, sobre a produção de arte popular na comunidade. Assim, o percurso metodológico perpassou pela revisão bibliográfica que embasa esses conceitos, pela observação participante e pela realização de entrevistas semiestruturadas, buscando apreender o processo de transformação e apropriação da arte a partir de uma análise materialista e dialética. Os resultados da pesquisa apontam para a inserção de diversas ferramentas tecnológicas no processo de criação das obras, fato que se interliga ao aumento da comercialização e da reprodução do capital. Dessa forma, com base nas informações levantadas acerca das transformações no processo criativo e na cadeia criativa da arte em madeira na Ilha do Ferro, propomos também a definição desses conceitos à luz da realidade investigada.</p>2026-09-10T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 Dirceu Ribeiro Dias, Paulo Rogério de Freitas Silva//rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/1302EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA, O ENSINO DAS TEMÀTICAS FÍSICO-NATURAIS E A EDUCAÇÃO CONTEXTUALIZADA: NOVOS CENÁRIOS PARA O SEMIÁRIDO2026-08-16T14:13:33-03:00José Falcão Sobrinhofalcao.sobral@gmail.com<p>A extensão universitária constitui um espaço de diálogo entre universidade, escola e sociedade, articulando conhecimento científico e saberes produzidos pelas comunidades. Na Geografia, essa aproximação amplia as possibilidades de ensino das temáticas físico-naturais a partir da realidade concreta dos territórios. A educação contextualizada possibilita relacionar relevo, solos, clima, água, vegetação, geodiversidade e biodiversidade às experiências cotidianas das populações. No semiárido, essa perspectiva valoriza os conhecimentos tradicionais e fortalece uma concepção de convivência com o território. As tecnologias sociais, como cisternas, barreiros de trincheira, cordões de pedra, biodigestores e mandalas, constituem importantes instrumentos pedagógicos. Essas experiências permitem integrar teoria e prática, transformando o território em espaço de aprendizagem e investigação. A articulação entre ciência acadêmica e etnoconhecimento favorece práticas educativas participativas, interdisciplinares e socialmente comprometidas. A extensão também contribui para a formação inicial e continuada de professores, aproximando a universidade das escolas e comunidades. Nesse processo, os componentes físico-naturais deixam de ser conteúdos fragmentados e passam a ser compreendidos em sua relação com a sociedade. Assim, consolida-se uma Geografia voltada à cidadania, à sustentabilidade, à valorização dos saberes locais e à convivência responsável com o semiárido.</p>2026-09-13T00:00:00-03:00Copyright (c) 2026 José Falcão Sobrinho