//rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/issue/feed Revista da Casa da Geografia de Sobral (RCGS) 2026-02-04T10:35:42-03:00 Isorlanda Caracristi isorlanda_caracristi@uvanet.br Open Journal Systems A Revista da Casa da Geografia de Sobral (RCGS) é publicada pelo Curso de Geografia da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA/Sobral-CE), órgão de ensino, pesquisa e extensão na área de Geografia e Geociências. //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/1130 USO E COBERTURA DO PARQUE DO RIO BRANCO, BOA VISTA - RR (2010-2023) 2026-01-27T14:32:49-03:00 Dalto Alves dos Santos dalto.alvesgeo@gmail.com Antônio Carlos Ribeiro Araújo Júnior aj_geo@hotmail.com <p>O presente artigo apresenta as modificações que ocorreram na área do Parque do Rio Branco (PRB) localizado no bairro São Vicente na zona sul da cidade de Boa Vista-RR que foram decorrentes das ações antrópicas e temporais na área. As alterações são analisadas através dos mapas de uso e cobertura no interstício de 2010 até 2023 e partir deste viés foi possível descrever as alterações que ocorreram nos elementos que compõem a área em consonância com o Solo, Geomorfologia, Vegetação e Hidrografia que também influenciam no micro-clima. A metodologia tem como base apresentar a fisiografia do estado de Roraima e enfocar na fisiografia do Parque do Rio Branco através de levantamento de informações de dados primários e dados secundários obtidos em órgãos oficiais (IBGE, MMA) que contribuíram na fundamentação da coleta de dados e definem a metodologia em análise integrativa da paisagem. Com base nas coletas de dados, foram elaborados e analisados mapas de uso e cobertura da área do parque nos períodos de 2010-2018-2023 informando as alterações que ocorreram antes, durante e depois da implementação do mesmo, sendo também apresentados dados com o auxílio dos gráficos em hectares e porcentagens.</p> 2026-02-04T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Dalto Alves dos Santos, Antônio Carlos Ribeiro Araújo Júnior //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/1094 EDUCAÇÃO GEOGRÁFICA NA ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL DE BATOQUE, EM AQUIRAZ/CE: O PROJETO “TERRITÓRIO E SABERES”, COMO POSSIBILIDADE DE ENSINO 2025-11-24T22:32:28-03:00 Kayro Rocha Galdino kayrorocha@outlook.com.br Tereza Sandra Loiola Vasconcelos tereza.vasconcelos@uece.br Luiz Cruz Lima l.cruzlima@uol.com.br <p>O texto apresenta o Projeto "Território e Saberes", desenvolvido na disciplina de Geografia, com as turmas de 8º e 9º, anos finais do Ensino Fundamental, na Escola Municipal de Ensino Fundamental de Batoque, localizada na Reserva Extrativista (RESEX) da Praia do Batoque, no munícipio de Aquiraz, Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), no Ceará. As atividades foram realizadas ao longo do segundo semestre do ano de 2022, com o apoio do Laboratório de Prática de Ensino de Geografia (LAPEGEO) da Universidade Estadual do Ceará (UECE). Durante esse período, o autor principal do texto esteve como professor das turmas, portanto o artigo também apresenta as experiências do mesmo. O intuito do projeto foi valorizar a história da comunidade onde a escola está inserida num momento expressivo e simbólico: o aniversário de criação da Resex do Batoque. Diante das vivências realizadas, pode-se identificar como o ensino de Geografia pode contribuir com o território e vice-versa, por meio dos(as) estudantes e das interações propostas. Os procedimentos metodológicos se deram na execução do projeto em 2022, incluindo as interações com os(as) estudantes, aulas de campo e registros fotográficos, posteriormente, no levantamento bibliográfico apontou-se o diálogo com os(as) autores(as) e socialização dos resultados por meio da escrita. Portanto, o ensino de Geografia na EMEF de Batoque por meio das possibilidades de ensino pode fortalecer a relação com o território e apontar caminhos para o surgimento de novas lideranças na luta e articulação da Resex do Batoque. Neste sentido, a escola possui forte relação na resex ao sediar eventos da própria escola, órgãos e instituições, assumindo uma centralidade da articulação política na comunidade.</p> 2026-02-10T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Kayro Rocha Galdino, Tereza Sandra Loiola Vasconcelos, Luiz Cruz Lima //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/1091 LAVOURAS PERMANENTES E TEMPORÁRIAS NO BRASIL E EM GOIÁS: QUADROS DO CENSO AGROPECUÁRIO 2017 2025-11-24T22:35:02-03:00 Edson Batista da Silva edson.silva@ueg.br <p class="Resumos">Este texto analisou, no Brasil e em Goiás, variáveis das lavouras permanentes, das temporárias e da silvicultura, segundo distintos grupos de área. Para isso, fez-se uso de pesquisa documental, bibliográfica e da internet. Os resultados comprovam domínio dos pequenos estabelecimentos na produção das lavouras permanentes. Goiás tem menor uso e apropriação do espaço pelos cultivos permanentes, o que implica dependência acentuada da importação de produtos para o abastecimento do mercado. Por outro lado, existe hegemonia dos grandes estabelecimentos na silvicultura comercial, apesar da razoável participação dos pequenos estratos em outras atividades florestais. Nas lavouras temporárias, dominam os grandes e médios estabelecimentos, sobretudo na produção de <em>commodities,</em> mas em inúmeras culturas temporárias é sobressalente o controle dos pequenos grupos de área. Os grupos sem área, mesmo sem direito à terra, contribuem para a redução da fome, para a segurança alimentar. Em Goiás predominam as lavouras temporárias na utilização e na apropriação do espaço. Há um uso corporativo do território, o que resulta num cerco multifacetado dos sujeitos sociais responsáveis pelos pequenos estratos e grupos sem área.</p> 2026-03-12T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Edson Batista da Silva //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/1121 AVALIAÇÃO E HIERARQUIZAÇÃO DOS GEOSSÍTIOS DE IRATI-PR: UM CAMINHO PARA O GEOTURISMO 2025-12-01T17:06:27-03:00 Diego Geovan dos Reis diego.gdosreis@gmail.com Antonio Liccardo allicardo@uepg.br Luiz Carlos Basso bassolc4@gmail.com Leandro Baptista leandro.baptista@live.com <p>Por meio dos geossítios é possível contar a história de diversos momentos da Terra e da vida que nela existe. Para que um geossítio possa ser utilizado como ferramenta pedagógica é necessário um planejamento adequado de seu entorno, visando eficiência e sustentabilidade, para então alcançar as bases do segmento de geoturismo. A cidade de Irati possui uma variedade de geossítios que podem contar a história de momentos e eventos importantes ocorridos na Terra, contribuindo assim para a disseminação do conhecimento geocientífico. Devido a isso, o objetivo desta pesquisa é avaliar e hierarquizar a potencialidade de nove geossítios selecionados, que posteriormente foram hierarquizados de acordo com sua potencialidade endógena. Essa etapa utiliza dois modelos metodológicos de avaliação de potencial turístico: o primeiro é a Avaliação de Potencial Turístico com Base nos Recursos Endógenos, de Gomes (2019), depois os valores obtidos são então quantificados por uma adaptação de uma das fórmulas de Leno Cerro (1992). Como resultado, obtém-se um Valor Turístico para cada geossítio, indicando que Irati possui uma relevante potencialidade para o desenvolvimento do segmento, o que pode impulsionar a economia regional, contribuir para a valorização da identidade cultural da população e disseminar o conhecimento geocientífico entre moradores e visitantes.</p> 2026-04-23T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Diego Geovan dos Reis, Antonio Liccardo, Luiz Carlos Basso, Leandro Baptista //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/1151 MAPEAMENTO GEOMORFOLÓGICO DE DETALHE DO MACIÇO ESTRUTURAL SERRA DOS CAVALOS – PE E SEU ENTORNO 2026-01-27T14:57:50-03:00 Larissa Furtado Lins dos Santos larissa.furtado@ufpe.br Danielle Gomes da Silva Listo danielle.gsilva@ufpe.br Rhaissa Francisca Tavares de Melo Balder rhaissatavares@hotmail.com <p>Este trabalho apresenta o mapeamento geomorfológico de detalhe do Maciço Estrutural Serra dos Cavalos – PE e sua área adjacente, com base na integração entre análise morfoestrutural e morfoesculturas dominantes. A área de estudo, inserida na Província Borborema, caracteriza-se por um compartimento montanhoso constituído por rochas cristalinas, fortemente condicionado por estruturas tectônicas pré-existentes. O mapeamento foi realizado na escala 1:100.000, com base na interpretação de modelos digitais de elevação (MDE), imagens de satélite, observações de campo e dados altimétricos. As unidades mapeadas foram classificadas em modelados de denudação (unidades pedimentares, cimeiras e formas residuais), modelados de acumulação (encostas coluvionares) e encostas de degradação. A cartografia resultante evidencia a compartimentação altimétrica e o controle estrutural da paisagem, permitindo distinguir superfícies planas e residuais, áreas de acumulação coluvial e setores sob intensa dissecação. Destacam-se as cimeiras a partir de 800 metros de altitude, associadas a cristas estruturais, os inselbergs e maciços residuais resistentes à erosão, bem como os pedimentos desenvolvidos em cotas decrescentes, frequentemente utilizados para uso agropecuário. Os resultados obtidos contribuem para a compreensão da organização espacial dos compartimentos geomorfológicos do agreste pernambucano e subsidiam análises ambientais voltadas à gestão territorial e ao planejamento do uso do solo em ambientes tropicais semiáridos.</p> 2026-05-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2026 Larissa Furtado Lins dos Santos, Danielle Gomes da Silva Listo, Rhaissa Francisca Tavares de Melo Balder