Revista da Casa da Geografia de Sobral (RCGS) //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS A Revista da Casa da Geografia de Sobral (RCGS) é publicada pelo Curso de Geografia da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA/Sobral-CE), órgão de ensino, pesquisa e extensão na área de Geografia e Geociências. pt-BR <p><img src="/public/site/images/marcelo/ccby.png"></p> <p style="text-align: justify;">This work is licensed under a <a href="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/">Creative Commons Attribution 4.0 International License</a>.</p> <p style="text-align: justify;">Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:</p> <ul> <li class="show" style="text-align: justify;">Autores mantêm os direitos autorais e concedem à RCGS o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Creative Commons Attribution License (CC-BY 4.0), que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria do trabalho e publicação inicial nesta revista.</li> <li class="show" style="text-align: justify;">Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</li> <li class="show" style="text-align: justify;">Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) após o processo editorial, já que isso pode aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).</li> <li class="show" style="text-align: justify;">Autores são responsáveis pelo conteúdo constante no manuscrito publicado na revista.</li> </ul> icaracristi@hotmail.com (Isorlanda Caracristi) marcelohvsoares@hotmail.com (Marcelo Henrique Viana Soares) Thu, 23 Jun 2022 15:00:05 -0300 OJS 3.3.0.13 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 A TRANSFORMAÇÃO DO ESPAÇO RURAL EM NOVOS EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS EM PAÇO DO LUMIAR (MA) //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/816 <p>O estudo busca refletir sobre a transformação dos espaços rurais no município de Paço do Lumiar, cidade integrante da Região Metropolitana da Grande São Luís-MA, destacando as implicações sociais e contradições relacionadas aos condomínios horizontais fechados e loteamentos em um município que ainda conserva características rurais, ocorrendo assim, a transformação de espaços rurais em urbanos que se inserem em uma conjuntura de privatização do acesso à terra, os quais os interesses privados se sobrepõem aos interesses coletivos. Dessa forma, as áreas rurais se submetem à lógica do espaço como ativo financeiro, transformado em mercadoria. Paço do Lumiar possui os efeitos espaciais oriundos de uma urbanização que privilegia o valor de troca em oposição ao uso social da cidade, e isto é observado na expansão urbana, na construção de condomínios fechados e, paralelo a tal fato, forma-se a polarização da pobreza e a luta por moradia na cidade. Disto resulta a formação da fragmentação social, por meio da construção de territórios exclusivos para as classes mais abastadas, gerando o aprofundamento da segregação territorial na cidade.</p> Gleyciane Pereira Cruz, Ana Rosa Marques Copyright (c) //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/816 Thu, 23 Jun 2022 00:00:00 -0300 AUTOANTROPOLOGIA E GEOGRAFIA DA RELIGIÃO: A DUPLA PERTENÇA DO PESQUISADOR EM UM TERREIRO DE CANDOMBLÉ //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/825 <p class="Resumos">Procurando realizar uma pesquisa no campo da Geografia da Religião, inserimo-nos na realidade vivenciada pelos membros de um terreiro de candomblé, localizado na cidade de Cajazeiras, Estado da Paraíba. Na oportunidade, buscávamos identificar e descrever as territorialidades simbólicas que envolviam esse espaço sagrado. Contudo, não trouxemos para o debate um terreiro de candomblé aleatório e desconhecido dos autores, mas sim o terreiro de candomblé de que o primeiro autor é membro. Ou seja, realizamos aquilo que Strathern (2017) chama de autoantropologia e o que Bourdieu (2004) intitula como objetivação participante, metodologias de pesquisa que são aplicadas junto ao grupo afetivo do sujeito que as desenvolve. Então, a partir desse breve histórico, o presente artigo cumpre o objetivo de explanar as possibilidades e os desafios de metodologias de pesquisa que põem em destaque a própria comunidade do pesquisador, em sua dupla pertença (pesquisador e membro). Problematizamos o ideal da neutralidade científica, descrevendo como ocorreu a atividade de campo de cunho etnográfico efetivada pelo primeiro autor junto ao terreiro de que ele faz parte, sem perder de vista o rigor científico necessário para não fazer do trabalho uma “aventura pessoal”.</p> Maglandyo da Silva Santos, Otávio José Lemos Costa Copyright (c) //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/825 Thu, 23 Jun 2022 00:00:00 -0300 USO E FLUIDEZ DO TERRITÓRIO: DINÂMICAS DAS FEIRAS NO PERÍODO DA GLOBALIZAÇÃO //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/839 <p>A noção de feira, pertence ao vocabulário humano desde a antiguidade, ganha novos sentidos no atual período histórico, das tecnologias e da globalização. Nesse sentido, buscamos analisar geograficamente os usos do território apoiado nas dinâmicas que perpassam e definem o circuito inferior da economia urbana, tendo como ponto de observação os circuitos das feiras que ocorrem semanalmente na região norte do Ceará, visto a partir do distrito de Aprazível na cidade de Sobral. A referida feira, objeto dessa pesquisa, se caracteriza pelo predomínio da oferta de produtos industrializados e de confecções, haja vista que esse tipo de comércio vem se expandindo pelo interior do Nordeste, trazendo impactos socioespaciais decorrentes do seu crescimento da ampliação de novos cenários desse tipo de mercado. Para Santos (2004), a definição de cada circuito se define por um conjunto de atividades realizadas em certo contexto, que liga a população a este, essencialmente pela atividade e pelo consumo, podendo se perceber que a diferença fundamental se dá pela tecnologia e organização. Busca-se compreender como se caracteriza esse circuito hoje e como o mesmo se relaciona com as variáveis do período atual usando o território do desses lugares como abrigo.</p> Maria do Carmo Alves, Virgínia Célia Cavalcante de Holanda, Wellington Galvão Alves Copyright (c) //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/839 Wed, 20 Jul 2022 00:00:00 -0300 BREVES APONTAMENTOS ACERCA DA EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA INDÚSTRIA: O CONTEXTO BRASILEIRO E A REGIÃO NORDESTE DIANTE DA DESINDUSTRIALIZAÇÃO //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/838 <p>A industrialização é um fenômeno mundial com temporalidades e espacialidades diferentes. No Brasil, a industrialização é um processo relativamente recente, datado de meados da década 1930 e com traços espaciais marcados pela centralização de investimentos, notadamente na região Sudeste. A disparidade geográfica da distribuição da indústria nacional levou o Estado a estabelecer estratégias de desconcentração responsáveis por expandir a industrialização para o Nordeste, sobretudo a partir de 1960. Entretanto, o modelo industrial implementado no Brasil, fortemente apoiado nas políticas estatais e no capital estrangeiro, logo deu sinais de esgotamento e culminou em uma desindustrialização precoce, com efeitos sistemáticos e socioterritoriais. Diante do exposto, este trabalho tem como objetivo realizar uma síntese da evolução histórica da indústria, em especial no contexto brasileiro e nordestino, bem como apresentar alguns apontamentos acerca do processo de desindustrialização no país. Para tanto, efetuamos um estudo bibliográfico de autores que vêm trabalhando com a temática, a exemplo de Andrade (1970); Araújo (1997); Cano (1985, 2014); Carlos (1988); Pintaudi e Carlos (1995); Sampaio (2015), entre outros.</p> Anderson Felipe Leite dos Santos Copyright (c) //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/838 Wed, 28 Sep 2022 00:00:00 -0300 PANORAMA DO TRABALHO (IN)FORMAL: BREVE INCURSÃO DA CLASSE SOCIAL PRECARIZADA DOS CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/826 <p class="Resumos">Devido à grande quantidade de resíduos sólidos que nossa sociedade produz diariamente, é imprescindível que sejam estabelecidas estratégias de gestão de resíduos, de modo a oferecer a esses uma destinação adequada, evitando prejuízos ambientais. É nessa conjuntura que se avista a importância dos catadores de materiais recicláveis, que cumprem não só uma função ambiental, de manutenção dos centros urbanos e reaproveitamento dos resíduos no processo de reciclagem, mas também uma função socioeconômica, coletando e triando matéria-prima para a indústria, ao mesmo tempo em que geram renda para a própria subsistência. Contudo, apesar da relevância desses trabalhadores, eles continuam sem receber o devido reconhecimento da sociedade, além de serem submetidos a condições precárias de trabalho e serem alvo de discriminação de indivíduos e grupos em posição mais elevada na hierarquia social. Diante desse antagonismo entre valor e desvalorização do trabalho dos catadores de materiais recicláveis, este artigo se propõe a examinar a fonte dessa contradição, percorrendo, para tanto, noções como as de modo de produção, formação social, capitalismo, estratificação social, precarização da classe trabalhadora, relações de consumo e produção social, com vistas a produzir uma leitura acerca desse fenômeno. Parte-se da hipótese de que, apesar da importância de seu trabalho, os catadores de materiais recicláveis, por lidarem com os restos do consumo das classes posicionadas em nível socioeconômico superior, acabam sendo assimilados também como restos, haja vista a forma como ocorre a produção social de sua existência.</p> Uilmer Rodrigues Xavier da Cruz, Ricardo Alexandrino Garcia Copyright (c) //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/826 Sat, 05 Nov 2022 00:00:00 -0300 QUALIDADE DAS ÁGUAS DA ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO LAGAMAR DO CAUÍPE, CAUCAIA – CE //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/850 <p>O geossistema analisado se insere na Área de Proteção Ambiental do Lagamar do Cauípe, a qual possui dois corpos hídricos principais, sendo o maior o próprio lagamar e o segundo, localizado a norte e conhecido como lagoa ou Barra do Cauípe, próximo à foz de homônimo rio. No entorno desse complexo existe uma Área de Proteção Ambiental, criada pelo Decreto Estadual nº 24957 de junho de 1998, sendo uma Unidade de Uso Sustentável de acordo com a Lei nº 9985 de 2000. A área de Proteção Ambiental compreende ao todo 1884,46 hectares, sendo as suas porções mais ao sul compostas por embasamento cristalino inserido na Província Borborema, o qual é recoberto por material sedimentar tércio-quaternário na porção norte (a Formação Barreiras, criando os tabuleiros costeiros); e ao longo da faixa litorânea, ocorrem praias e dunas. Analisou-se nessa unidade de conservação os índices de qualidade das águas em quatro pontos específicos ao longo da área de proteção nos anos de 2020 e 2021, para tanto utilizou-se a portaria do Ministério da Saúde nº5 de 28 de setembro de 2017. A análise de uso e ocupação foi realizada através de visitação <em>in loco </em>com equipamentos específicos e auxílio de geoprocessamento digital com o emprego do software QGIS 3.16.16 para a produção das peças cartográficas; sendo estas elaboradas com o emprego de imagens satelitárias das constelações CBERS e LANDSAT. Os resultados indicam que há premente necessidade de ação fiscalizatória estatal na área de proteção, além do&nbsp; ordenamento de usos e ocupações devido ao aumento da deposição irregular de resíduos sólidos, bem como por conta do declínio da pujança de qualidade vegetacional.</p> George Lima da Costa, Vanda Claudino-Sales, Alexandre Medeiros de Carvalho Copyright (c) //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/850 Wed, 30 Nov 2022 00:00:00 -0300 A CONCEPÇÃO ESPAÇO-TEMPORAL NO MODERNO E PÓS-MODERNO //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/846 <p>Este artigo analisa as categorias do tempo e do espaço no período moderno e no pós-moderno. A investigação utilizou a técnica de revisão de literatura. A primeira parte explana a questão do tempo e do espaço na Modernidade, sobretudo a partir da ascensão da sociedade burguesa e do capitalismo. A segunda apresenta a conjuntura sócio-histórica da crise estrutural capitalista de 1970 e das transformações societárias a partir dela, destacando as modificações na concepção do tempo e do espaço na chamada condição pós-moderna. A terceira seção deste artigo busca explicar a compressão do tempo e do espaço na contemporaneidade, evidenciando o debate da centralidade do espaço. Por fim, concluímos que o capitalismo provoca mudanças no interior do sistema de produção, transformando aspectos da sociedade. A lógica cultural acelerada do capitalismo tardio concebe o espaço e o tempo como voláteis, flexíveis, globalizados e virtuais. A velocidade do deslocamento no espaço cria a sensação de encurtamento do tempo, que ganhou novos desdobramentos no final do século XX e início do XXI</p> Francisco Clébio Rodrigues Lopes, Ramon do Nascimento Rodrigues Copyright (c) //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/846 Thu, 22 Dec 2022 00:00:00 -0300 A RELAÇÃO ENTRE O CLIMA E OS INSELBERGS “MONÓLITOS” DA CIDADE DE QUIXADÁ-CE, BRASIL //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/888 <p>Este trabalho aborda sobre a relação entre o clima da cidade de Quixadá-CE e a influência dos inselbrgs. Tem como objetivo analisar a distribuição espacial dos parâmetros locais de temperatura do ar e umidade relativa do ar, bem como, contribuir com pesquisas relacionadas a estudos do clima em pequenas cidades no contexto semiárido nordestino, com foco em diferentes características de uso e ocupação da terra. Essas características, associadas ao processo de urbanização de pequenos centros urbanos, podem contribuir para que a população mais vulnerável, seja mais susceptível a situações de desconforto térmico. Baseando-se nos pressupostos de Monteiro (1976) e Amorim (2020), procedeu-se os trabalhos de campo com a coleta de dados por meio da instalação de dataloggers, abrigados em cinco pontos fixos por 12h durante o dia 18 de fevereiro de 2022 (quadra chuvosa). Com isso elaborou-se gráficos que possibilitaram identificar parâmetros distintos de temperatura e umidade nos diferentes pontos de coleta. Portanto, podemos constatar que o clima da cidade de Quixadá apresentou variações microclimáticas, identificando-se diferenças na temperatura e umidade relativa do ar nos PCD’s instalados em ambientes geourbanos e geoambientais diferentes.</p> <p>&nbsp;</p> Jamila Gomes Camelo, Isorlanda Caracristi Copyright (c) //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/888 Tue, 27 Dec 2022 00:00:00 -0300 A REDE BANCÁRIA NA REGIÃO IMEDIATA DE CURRAIS NOVOS (RN) //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/842 <p>No Brasil, o processo de espacialização de serviços bancários por todo o território é evidente, com o intento, de modo geral, da obtenção da mais-valia em todos os lugares. Para isso, diferentes estratégias de expansão da rede bancária são implementadas. No Rio Grande do Norte, houve aumento e desconcentração de agências bancárias até 2014, porém, a partir de 2015, outras maneiras de complexificação da rede urbana vêm sendo trazidas à tona, como a viabilização de postos de atendimento e de correspondentes bancários em cidades cujas dinâmicas socioeconômicas e interações espaciais não justificam a implantação e manutenção de agência bancária. Nos anos de 2016 e 2017, inúmeros assaltos foram realizados à agências e postos bancários do Rio Grande do Norte, o que fez com que o sistema bancário no território potiguar fosse reorganizado, com a diminuição do quantitativo de agências bancárias, a transformação de algumas destas em postos de atendimento bancário e a expansão substancial de correspondentes bancários. Neste trabalho é analisada a rede bancária na Região Imediata de Currais Novos, com destaque para a espacialização de bancos na região, a saber: Banco do Brasil, Banco Bradesco, Banco do Nordeste do Brasil e Caixa Econômica Federal. O processo de organização desta rede no Brasil, no Rio Grande do Norte e na região em questão é compreendido por meio dos fixos bancários implantados no espaço e dos fluxos decorrentes. Como consideração final, afirmamos ser urgente a adoção de políticas que viabilizem a maior densidade da rede bancária na região de Currais Novos, mediante a desconcentração - da cidade principal da região - dos fixos bancários mais complexos e a amplificação da carta de serviços dos demais fixos.</p> Eulália Jéssica Medeiros Silva, Diego Salomão Candido de Oliveira Salvador Copyright (c) //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/842 Tue, 27 Dec 2022 00:00:00 -0300 ITINERÁRIOS DO PENSAMENTO GEOGRÁFICO, PRECURSORES E DESAFIOS //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/879 <p>O presente trabalho busca apresentar alguns apontamentos acerca da evolução do pensamento geográfico. A geografia recente, apresenta áreas potentes, embora o tronco do conhecimento encontra-se fragilizado em função da fragmentação dos paradigmas. Ao recorrer à base epistemológica, revisitamos conhecimentos elencados desde os primeiros unificadores da Geografia. Para isso, realizamos uma pesquisa bibliográfica, visando fundamentar teoricamente o estudo, em sua articulação com o conhecimento geográfico que precede a idade contemporânea. Desta feita, percorremos itinerários fundamentados nas bases evolutivas do pensamento geográfico, ao contemplar também trajetórias envolvendo gregos descritores de narrativas epopeicas, a exemplo da Odisseia de Homero. Transitando entre mitos e realidades, o período envolveu marinheiros, navegantes aos quais identificamos etapas significativas e necessárias para os vindouros saberes sistematizados. Neste sentido, torna-se premente lançar um olhar filosófico sobre a ciência geográfica e, assim, possibilitar indagações sobre os desafios da abordagem integrada. &nbsp;</p> Tomé Francisco Chicombo, Aureliane Aparecida de Araújo Copyright (c) //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/879 Tue, 27 Dec 2022 00:00:00 -0300 O CARNAVAL DE OURO PRETO E SEUS IMPACTOS NA PAISAGEM DA PRAÇA TIRADENTES //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/847 <p>O artigo consiste em discutir os impactos na paisagem da Praça Tiradentes, na cidade de Ouro Preto/MG, no patrimônio do Centro Histórico e do Carnaval. Abordando as relações entre o planejamento urbano, patrimônio cultural e turismo. Observa-se a valorização histórica, arquitetônica e cultural, na concepção do <em>city marketing,</em> por meio do uso de símbolos locais para a construção de uma identidade forte na projeção de mercado entre cidades. A Praça Tiradentes é reconhecida pela sua excepcionalidade concretizada na paisagem, sendo um dos lugares principais de realização do Carnaval. O turismo apropriará deste simbolismo arquitetônico do lugar constantemente e de forma efêmera, como na imaterialidade carnavalesca. Discute-se o Carnaval como promoção do destino turístico, por meio da imagem publicitária na paisagem e seus impactos na era da informação global, utilizado por grandes empresas como estratégia de mercado, no uso da cenarização do espetáculo do patrimônio histórico e cultural na paisagem da Praça Tiradentes.</p> Túlio Cardoso Ramos Copyright (c) //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/847 Tue, 27 Dec 2022 00:00:00 -0300