Revista da Casa da Geografia de Sobral (RCGS) //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS A Revista da Casa da Geografia de Sobral (RCGS) é publicada pelo Curso de Geografia da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA/Sobral-CE), órgão de ensino, pesquisa e extensão na área de Geografia e Geociências. pt-BR <p><img src="/public/site/images/marcelo/ccby.png"></p> <p style="text-align: justify;">This work is licensed under a <a href="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/">Creative Commons Attribution 4.0 International License</a>.</p> <p style="text-align: justify;">Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:</p> <ul> <li class="show" style="text-align: justify;">Autores mantêm os direitos autorais e concedem à RCGS o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Creative Commons Attribution License (CC-BY 4.0), que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria do trabalho e publicação inicial nesta revista.</li> <li class="show" style="text-align: justify;">Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</li> <li class="show" style="text-align: justify;">Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) após o processo editorial, já que isso pode aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre).</li> <li class="show" style="text-align: justify;">Autores são responsáveis pelo conteúdo constante no manuscrito publicado na revista.</li> </ul> isorlanda_caracristi@uvanet.br (Isorlanda Caracristi) marcelo.soares@edu.sobral.ce.gov.br (Marcelo Henrique Viana Soares) Wed, 09 Sep 2026 00:00:00 -0300 OJS 3.3.0.13 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 TURISMO DE PROXIMIDADE EM CONTEXTOS METROPOLITANOS: UMA ANÁLISE DO PERFIL DOS USUÁRIOS DA PRAIA DO ICARAÍ EM CAUCAIA/CE //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/1229 <p>A praia do Icaraí, na região metropolitana de Fortaleza (RMF), foi ocupada por elites e veranistas a partir da década de 1960 e passou, nos últimos 30 anos, por uma degradação associada à ocupação e à erosão costeira. Essa pesquisa investiga o perfil contemporâneo dos usuários dessa praia e examina em que medida a categoria de turismo de proximidade descreve as práticas ali observadas. A metodologia consistiu na aplicação de 100 questionários in loco, além da sistematização dos dados em tabela e produção cartográfica. Os resultados indicam que 70% dos entrevistados residem em Caucaia e 33% no próprio bairro do Icaraí, com deslocamento entre 15 e 30 minutos, onde um único usuário estava hospedado em meio comercial, além da recorrência dos usuários trazerem alimentação de casa. Portanto, esse contingente pratica o lazer litorâneo, em que a categoria de turismo de proximidade se aplica apenas à fração que se desloca de fora do município.</p> José Lucas Marques Albuquerque, Vitoria Ferreira de Souza, José Helio Alves Gondim, Fábio Perdigão Vasconcelos Copyright (c) 2026 José Lucas Marques Albuquerque, Vitoria Ferreira de Souza, José Helio Alves Gondim, Fábio Perdigão Vasconcelos https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/1229 Wed, 09 Sep 2026 00:00:00 -0300 IMPACTOS NO PROCESSO CRIATIVO DE ARTE POPULAR NA ILHA DO FERRO, PÃO DE AÇÚCAR – ALAGOAS //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/1240 <p class="Resumos">Este trabalho, que versa sobre a produção de arte popular na vila Ilha do Ferro, no município de Pão de Açúcar, Alagoas, tem como objetivo central analisar os impactos no processo criativo da arte popular ali produzida, a partir dos conceitos de processo produtivo, processo criativo e cadeia criativa da arte em madeira, buscando evidenciar as transformações no fazer artístico local. Esses conceitos foram utilizados por Costa (2019) e Lins (2023) em trabalhos que dissertam, direta ou indiretamente, sobre a produção de arte popular na comunidade. Assim, o percurso metodológico perpassou pela revisão bibliográfica que embasa esses conceitos, pela observação participante e pela realização de entrevistas semiestruturadas, buscando apreender o processo de transformação e apropriação da arte a partir de uma análise materialista e dialética. Os resultados da pesquisa apontam para a inserção de diversas ferramentas tecnológicas no processo de criação das obras, fato que se interliga ao aumento da comercialização e da reprodução do capital. Dessa forma, com base nas informações levantadas acerca das transformações no processo criativo e na cadeia criativa da arte em madeira na Ilha do Ferro, propomos também a definição desses conceitos à luz da realidade investigada.</p> Dirceu Ribeiro Dias, Paulo Rogério de Freitas Silva Copyright (c) 2026 Dirceu Ribeiro Dias, Paulo Rogério de Freitas Silva https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/1240 Thu, 10 Sep 2026 00:00:00 -0300 EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA, O ENSINO DAS TEMÀTICAS FÍSICO-NATURAIS E A EDUCAÇÃO CONTEXTUALIZADA: NOVOS CENÁRIOS PARA O SEMIÁRIDO //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/1302 <p>A extensão universitária constitui um espaço de diálogo entre universidade, escola e sociedade, articulando conhecimento científico e saberes produzidos pelas comunidades. Na Geografia, essa aproximação amplia as possibilidades de ensino das temáticas físico-naturais a partir da realidade concreta dos territórios. A educação contextualizada possibilita relacionar relevo, solos, clima, água, vegetação, geodiversidade e biodiversidade às experiências cotidianas das populações. No semiárido, essa perspectiva valoriza os conhecimentos tradicionais e fortalece uma concepção de convivência com o território. As tecnologias sociais, como cisternas, barreiros de trincheira, cordões de pedra, biodigestores e mandalas, constituem importantes instrumentos pedagógicos. Essas experiências permitem integrar teoria e prática, transformando o território em espaço de aprendizagem e investigação. A articulação entre ciência acadêmica e etnoconhecimento favorece práticas educativas participativas, interdisciplinares e socialmente comprometidas. A extensão também contribui para a formação inicial e continuada de professores, aproximando a universidade das escolas e comunidades. Nesse processo, os componentes físico-naturais deixam de ser conteúdos fragmentados e passam a ser compreendidos em sua relação com a sociedade. Assim, consolida-se uma Geografia voltada à cidadania, à sustentabilidade, à valorização dos saberes locais e à convivência responsável com o semiárido.</p> José Falcão Sobrinho Copyright (c) 2026 José Falcão Sobrinho https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/1302 Sun, 13 Sep 2026 00:00:00 -0300 MAPEAMENTO PARTICIPATIVO COMO ESTRATÉGIA PEDAGÓGICA PARA O ENFRENTAMENTO DO RACISMO AMBIENTAL NAS AULAS DE GEOGRAFIA //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/1167 <p>Os impactos provocados pelas alterações climáticas ao longo do tempo têm afetado a qualidade de vida da população, especialmente de grupos historicamente vulnerabilizados. Diante disso, torna-se necessário refletir sobre práticas pedagógicas que promovam uma Educação Ambiental crítica, articulada à realidade dos estudantes e às desigualdades socioambientais, como o racismo ambiental, ainda pouco discutido nas escolas. Sendo assim, este trabalho tem como objetivo analisar o uso do mapeamento participativo enquanto instrumento didático-pedagógico para o entendimento e enfrentamento do racismo ambiental no âmbito escolar. Trata-se de uma pesquisa exploratória e qualitativa que envolveu revisão bibliográfica, aulas dialogadas, atividades práticas e observação dos espaços identificados pelos alunos nas aulas de Geografia do Ensino Médio da Escola Estadual Marcos Antônio Cavalcanti Silva, em Maceió-AL. Como aportes teóricos destacam-se: Almeida (2018), Callai (2021), Santos e Souto (2018). Os resultados demonstram que os estudantes ampliaram sua consciência crítica sobre o racismo ambiental no bairro Benedito Bentes, evidenciando a importância de práticas pedagógicas que estimulem o protagonismo juvenil e o reconhecimento dos saberes locais para o enfrentamento das desigualdades socioambientais e o fortalecimento de uma Educação Geográfica crítica e antirracista.</p> Jessica Emanuelle Ramos da Silva, Julyana Costa Carvalho, Maria Francineila Pinheiro dos Santos, Samuel Nunes da Silva Copyright (c) 2026 Jessica Emanuelle Ramos da Silva, Julyana Costa Carvalho, Maria Francineila Pinheiro dos Santos, Samuel Silva https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/1167 Thu, 08 Oct 2026 00:00:00 -0300 A (IN)VISIBILIDADE SIMBOLICA DA IGREJA DE SÃO JOSÉ DE MACAPÁ EM SEU CONTEXTO URBANO //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/1182 <p>A Igreja de São José é um importante patrimônio para os amapaenses, nomeada em homenagem ao santo padroeiro da capital Macapá. Esse monumento, que em 2026 completou 265 anos, tem intima ligação com a memória histórica e cultural da cidade. Considerando esse contexto, o artigo tem como objetivo analisar a relevância da Igreja como símbolo histórico-cultural e eclesiástico, enfatizando sua edificação com a fundação da vila de Macapá no século XVIII, durante as ações administrativas do marquês de Pombal, bem como a perda de espaço e visibilidade a partir da década de 1940 até o contexto urbano atual. Metodologicamente, a pesquisa foi elaborada por meio de referências bibliográficas acerca de fontes eclesiásticas e da história de sua construção e transformação, além da análise de imagens e visitas in loco para comparar as mudanças ocorridas no edifício e seu entorno. Como resultado, chama-se a atenção para o fato de que o monumento religioso, mesmo tombado como patrimônio histórico-cultural pelo estado do Amapá, é constantemente ameaçado pela perda de espaço, pela ausência de ações públicas em relação às medidas de proteção adequadas ao edifício e pela invisibilidade causada pela instalação de estruturas prediais em seu entorno.</p> Cecília Maria Chaves Brito Bastos, Ananda Brito Bastos, Daguinete Maria Chaves Brito, Daímio Chaves Brito Copyright (c) 2026 Cecília Maria Chaves Brito Bastos, Ananda Brito Bastos, Daguinete Maria Chaves Brito, Daímio Chaves Brito https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 //rcgs.uvanet.br/index.php/RCGS/article/view/1182 Wed, 14 Oct 2026 00:00:00 -0300