A ESCOLA E A TERRA: A VIDA RELIGIOSA E O ENSINO DE GEOGRAFIA
DOI:
https://doi.org/10.35701/rcgs.v28.1268Palavras-chave:
Educação geográfica, Vida religiosa, Docência, GulliverizaçãoResumo
O presente texto tem por objetivo dar continuidade ao percurso imagético desenvolvido na pesquisa de doutorado, retomado a partir do reencontro com a realidade sobralense por meio da docência na educação básica municipal. Ao ingressar, em 2024, no magistério público de Sobral, fomos novamente convocados pelas apreensões que permeiam a vida religiosa dos alunos. Esse retorno constituiu uma experiência de reaproximação existencial com os modos de vida, na qual a escola emerge como espaço de encontro, partilha de sentidos e manifestação das múltiplas formas de vinculação com a terra. Inspirado metodologicamente pelo imaginário fenomenológico durandiano da “gulliverização”, que produzem significados por meio das proximidades, das miniaturizações e das intimidades espaciais (Durand, 1989; Bachelard, 1988), foram elencados aspectos da crise do modelo educacional centrado nos resultados e na performatividade, bem como seus impactos sobre a educação geográfica. Ao mesmo tempo, buscou-se um tratamento poético da experiência escolar, resultando na aproximação das realidades vividas e acolher aquilo que, na existência, escapa às métricas e aos enquadramentos institucionais.
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Copyright (c) 2026 Antonio Jarbas Barros de Moraes, Amanda Quintela de Castro

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